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Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica

Departamento de Física

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Ano lectivo

2017-2018

Código DGES

9359

Tipo de Curso

1º e 2º Ciclo - Mestrado Integrado

Qualificação Atribuída

Mestre

Duração

10 Semestre(s)

Créditos ECTS

300.0

Categoria

Mestrado Integrado

Coordenador(es) do Curso

João Carlos Lopes Carvalho (uc23360@uc.pt)

Coordenador(es) Departamental(ais) ECTS

João Carlos Lopes Carvalho (uc23360@uc.pt)

Maria Isabel Silva Ferreira Lopes (isabel@lipc.fis.uc.pt)

Objetivos Gerais do Curso
O Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica da Universidade de Coimbra tem uma duração de cinco anos, distribuídos por dois ciclos de formação, e tem por objetivo formar profissionais com elevada qualificação técnica e científica, bem como padrões elevados de responsabilidade profissional, social e ética, capazes de aplicar os conceitos e as técnicas da Engenharia à análise e solução de problemas no âmbito da Biologia, da Medicina e da Saúde. A formação conferida pelo Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica habilita os seus diplomados a responder às atuais necessidades e desafios globais da Engenharia Biomédica, com ênfase nas áreas de especialização de Imagem e Radiação, Instrumentação Biomédica, Biomateriais, Neurociências e Informática Clínica e Bioinformática e proporciona-lhes as competências técnicas, sociais e interpessoais para intervir e liderar nestes domínios de especialização.
Objetivos da Aprendizagem e Competências a Desenvolver
O objetivo geral do Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica (MIEB) é a formação de profissionais qualificados de Engenharia, capazes de acompanhar e intervir a nível da inovação científica e tecnológica na área da Medicina e da Biologia, incluindo em contexto de investigação. No final, os alunos deverão:
- Possuir uma formação sólida e integrada em Ciências Básicas e Biomédicas e uma formação geral de Engenharia Biomédica, complementada com formação específica numa das áreas de especialização do MIEB.
- Possuir competências que lhes permitam a aprendizagem contínua e autónoma, garantindo a sua atualização ao longo da vida ativa.
- Ser capazes de intervir a nível da inovação nos domínios da Engenharia Biomédica, resolvendo problemas em situações novas, em contextos alargados e multidisciplinares.
- Ser capazes de trabalhar autonomamente, assumindo responsabilidades no planeamento e gestão de projetos e estruturas na área da Engenharia Biomédica.
- Ser capazes de formar e coordenar equipas interdisciplinares em instituições na área das ciências médicas e biológicas.
O MIEB tem ainda o objetivo de desenvolver as competências transversais genéricas definidas nos descritores de Dublin para o 1º e 2º ciclos de estudos, destacando-se: Conhecimento básico do campo de estudo; Capacidade de análise e síntese; Capacidade de resolver problemas; Comunicação oral e escrita; Capacidade para trabalhar em equipas multidisciplinares; Capacidade de aplicar os conhecimentos à prática; Capacidade para aprender autonomamente; Capacidade para gerar novas ideias; Preocupação com a qualidade. Estes objetivos são operacionalizados pelas unidades curriculares do MIEB. A organização do MIEB inclui 3 anos de formação de base, que refletem a necessidade de adquirir conhecimentos sólidos em Ciências Básicas, Biomédicas e da Engenharia, a que se seguem 2 anos para adquirir os conhecimentos e competências de carácter avançado e especializado. Aposta-se numa forte componente teórico-prática e prática que permita aprofundar conhecimentos e aplicá-los à resolução de problemas. É estimulada a autoaprendizagem, a autonomia e a integração em grupos de trabalho. Recorre-se frequentemente à análise de artigos científicos e ao estudo de casos para incentivar a análise crítica e argumentativa, bem como a integração de conhecimentos. A realização de relatórios e exposições orais permite promover a capacidade de comunicação escrita e oral. A capacidade de aplicação do conhecimento tem expressão máxima na disciplina de Projeto, que tem características integradoras e de investigação, refletindo a formação especializada. Pode decorrer em ambiente clínico, empresarial ou de investigação, sempre orientado em torno de uma aplicação inovadora, da procura de uma solução melhorada para um problema ou de um tema de investigação científica. Aqui o aluno deverá expressar a sua autonomia, demonstrando capacidade de decisão e inovação e evidenciando competência profissional.
Regime de Estudo
A tempo integral em regime presencial
Acesso a um Nível de Estudos Superior
O curso confere aos seus diplomados o direito de se candidatarem a diversos cursos de Doutoramento nas áreas das Ciências e da Engenharia.
Condições de Acesso e Ingresso

Física e Química (07) e Matemática A (19).

A informação disponibilizada não dispensa a consulta à página da Direção Geral do Ensino Superior (DGES) e/ou a página dos Candidatos. Consultar página web da DGES e dos Candidatos

Reconhecimento da Aprendizagem Prévia
Não existe reconhecimento da aprendizagem prévia excepto quando o aluno acede ao curso a partir de um outro curso de ensino médio ou superior ou já é detentor de um curso médio ou superior.
Enquadramento Legal da Qualificação
A qualificação tem enquadramento no Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, alterado e republicado pelo DL n.º 107/2008, de 25 de Junho; Portaria n.º 782/2009, de 23 de Julho.
Saídas Profissionais
Projecto, produção e teste de instrumentação médica e hospitalar. Apoio à venda e utilização de material clínico. Consultadoria na área da saúde. Controlo de qualidade, calibração e análise de segurança de instrumentação médica e hospitalar. Desenvolvimento de biomateriais. Análise de apoio ao diagnóstico. Engenharia clínica. Análise de risco e segurança. Investigação e desenvolvimento em Engenharia Biomédica.
Regras de Avaliação e Classificação
Sendo a avaliação uma atividade pedagógica indissociável do ensino, destina-se a apurar as competências e os conhecimentos adquiridos pelos estudantes, o seu espírito crítico, a capacidade de enunciar e de resolver problemas, bem como o seu domínio da exposição escrita e oral. São admitidos a provas de avaliação os estudantes inscritos nas respetivas unidades curriculares no ano letivo a que as provas dizem respeito e, simultaneamente, inscritos nessas provas, quando tal inscrição for necessária, nos termos do nº 6 do artigo 4º do Regulamento Pedagógico da Universidade de Coimbra. Entendem-se por elementos de avaliação os seguintes exemplos: Exame escrito ou oral, testes, trabalhos escritos ou práticos, bem como projetos, individuais ou em grupo, que poderão ter de ser defendidos oralmente e a participação nas aulas. A avaliação de cada unidade curricular pode incluir um ou mais dos elementos de avaliação indicados anteriormente. A classificação de cada estudante, para cada unidade curricular, traduz-se num valor inteiro compreendido entre 0 e 20 valores e consideram-se aprovados os estudantes que obtiverem a classificação final mínima de 10 valores. Sempre que a avaliação de uma unidade curricular compreenda mais do que um elemento de avaliação, a nota final é calculada a partir das classificações obtidas em cada elemento de avaliação, através de uma fórmula tornada pública na ficha de unidade curricular, nos termos do nº 2 do artigo 7.º do RPUC.
Requisitos para Obtenção da Qualificação

Defesa pública de uma dissertação

Plano de Estudos
Tronco comum
Áreas de especialização
Avisos de Abertura
Calendário
1º Semestre
Data de início: 11-09-2017
Data de fim: 21-12-2017
2º Semestre
Data de início: 05-02-2018
Data de fim: 30-05-2018
Acreditações
- A3ES
Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior
Período(s)
  • 2016-02-16 a 2022-02-15
R/A-Ef 1585/2011 - DGES
Direcção Geral de Ensino Superior
Período(s)
  • 2011-03-18