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Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente

Departamento de Engenharia Civil

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Ano lectivo

2018-2019

Código DGES

9508

Tipo de Curso

1º e 2º Ciclo - Mestrado Integrado

Qualificação Atribuída

Mestre

Duração

10 Semestre(s)

Créditos ECTS

300.0

Categoria

Mestrado Integrado

Coordenador(es) do Curso

José Alfeu Almeida de Sá Marques (jasm@dec.uc.pt)

Coordenador(es) Departamental(ais) ECTS

João Carlos dos Santos Alves Vieira (jvieira@dec.uc.pt)

Objetivos Gerais do Curso
O objetivo geral principal do ciclo de estudos é formar profissionais capazes de acompanhar e de intervir a nível da inovação científica e tecnológica no domínio da Engenharia do Ambiente, proporcionando aos estudantes uma formação sólida em áreas estruturantes, tais como a matemática, a física, a química, a biologia, para além das específicas ligadas ao planeamento, conceção, projeto, execução e gestão de todas as intervenções no território destinadas a preencher as necessidades da sociedade. Pretende-se, também, encorajar os estudantes a valorizar competências e atitudes pessoais necessárias ao exercício da profissão, nomeadamente o espírito científico e a criatividade, o sentido crítico e o de responsabilidade, o aprender autonomamente, a capacidade para interagir e trabalhar em grupo e em equipas interdisciplinares, a capacidade de auto adaptação, a capacidade de comunicação, a valorização do conhecimento, sempre sem perder nunca de vista a promoção do desenvolvimento sustentável.
Objetivos da Aprendizagem e Competências a Desenvolver
O objetivo geral da aprendizagem é o de que os estudantes, no fim do ciclo de estudos, consigam dominar a utilização de conceitos e técnicas da engenharia necessários para a intervenção em todos os diversos domínios que caracterizam a profissão de Engenheiro do Ambiente. Para a concretização deste objetivo geral, o ciclo de estudos pretende conciliar os seguintes objetivos específicos: i) fornecer uma formação cuidada nas ciências básicas, nomeadamente na matemática, na física, na química e na biologia/bioquímica, que proporcione aos estudantes os conhecimentos teóricos indispensáveis à posterior aprendizagem de conteúdos mais tecnológicos e especializados; ii) fornecer uma formação de banda larga, com análise aprofundada dos aspetos formativos essenciais das grandes áreas
técnicas e científicas da Engenharia do Ambiente; iii) fornecer uma pré-especialização numa dessas áreas.
De forma a operacionalizar estes três objetivos, o curso está estruturado com base em quatro anos curriculares de formação obrigatória comum e num quinto ano curricular de nítida diferenciação em duas especializações: Território e e Gestão do Ambiente e Tecnologia e Gestão do Ambiente. Com esta estruturação
visa-se proporcionar, nos quatro primeiros anos, aos futuros profissionais um largo espectro de conhecimentos técnicos e científicos, que no quinto ano será complementado com conhecimentos mais específicos numa determinada área de especialização e que se situem ao nível dos conhecimentos de ponta da
mesma. Com o conhecimento e a compreensão das matérias lecionadas nas unidades curriculares do ciclo de estudos, pretende-se que estejam criadas as condições para o desenvolvimento nos estudantes das competências em resolver problemas, em realizar trabalho experimental, em aplicar na prática os conhecimentos teóricos e em serem capazes de os comunicar tanto a especialistas como a não especialistas e, num nível mais avançado, a competência de análise e síntese, competência esta que, ao traduzir-se na capacidade de conceber, planear e
projetar, é muito importante que os futuros engenheiros adquiram.
Para além destas competências de natureza específica associadas à Engenharia do Ambiente, pretende-se que as estratégias, os métodos de ensino adotados e os próprios processos de avaliação das unidades curriculares possam proporcionar aos estudantes outro tipo de competências, que contribuam para o desenvolvimento da vertente pessoal e cívica e também importantes ao futuro exercício da profissão em toda a sua plenitude, como sejam a capacidade de adquirir conhecimentos autonomamente, de sentido crítico e de responsabilidade, de gestão de informação, de trabalho em grupo e em equipas interdisciplinares, etc.
Os meios qualitativos usados na avaliação do grau de cumprimento dos objetivos de aprendizagem são os resultados dos inquéritos aos estudantes e docentes, os resultados da monitorização do sucesso escolar e o feedback dos empregadores.
Regime de Estudo
A tempo integral em regime presencial
Acesso a um Nível de Estudos Superior
Os mestres em Engenharia do Ambiente podem candidatar-se a programas doutorais.
Condições de Acesso e Ingresso

As provas de ingresso devem corresponder a um dos seguintes conjuntos:

Física e Química (07) e Matemática A (19);
ou
Biologia e Geologia (02) e Matemática A (19).

A informação disponibilizada não dispensa a consulta à página da Direção Geral do Ensino Superior (DGES) e/ou a página dos Candidatos. Consultar página web da DGES e dos Candidatos

Reconhecimento da Aprendizagem Prévia
A frequência prévia de outros cursos de engenharia pode dar equivalência a disciplinas do curso.
As equivalências são definidas em função dos conteúdos e da carga horária das disciplinas realizadas.
Enquadramento Legal da Qualificação
A qualificação tem enquadramento no Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, alterado e republicado pelo DL n.º 107/2008, de 25 de Junho; Portaria n.º 782/2009, de 23 de Julho.
Saídas Profissionais
Os Mestres em Engenharia do Ambiente, pelo elevado nível de qualidade da sua formação estão aptos a exercer funções num largo espectro de perfis de emprego identificados para a Engenharia do Ambiente, dos quais se salientam os seguintes:
• gabinetes de planeamento e projecto ambiental;
• empresas de consultoria;
• empresas industriais e comerciais no sector do ambiente;
• departamentos municipais de ambiente;
• direcções gerais e regionais do estado no sector do ambiente;
• institutos públicos no sector do ambiente;
• laboratórios e instituições de investigação;
• ensino.
Pelo tipo de formação adquirida ficarão ainda habilitados, se assim o desejarem, a encetar e a prosseguir uma carreira como investigadores, pela via do doutoramento.
Regras de Avaliação e Classificação
Sendo a avaliação uma atividade pedagógica indissociável do ensino, destina-se a apurar as competências e os conhecimentos adquiridos pelos estudantes, o seu espírito crítico, a capacidade de enunciar e de resolver problemas, bem como o seu domínio da exposição escrita e oral. São admitidos a provas de avaliação os estudantes inscritos nas respetivas unidades curriculares no ano letivo a que as provas dizem respeito e, simultaneamente, inscritos nessas provas, quando tal inscrição for necessária, nos termos do nº 6 do artigo 4º do Regulamento Pedagógico da Universidade de Coimbra. Entendem-se por elementos de avaliação os seguintes exemplos: Exame escrito ou oral, testes, trabalhos escritos ou práticos, bem como projetos, individuais ou em grupo, que poderão ter de ser defendidos oralmente e a participação nas aulas. A avaliação de cada unidade curricular pode incluir um ou mais dos elementos de avaliação indicados anteriormente. A classificação de cada estudante, para cada unidade curricular, traduz-se num valor inteiro compreendido entre 0 e 20 valores e consideram-se aprovados os estudantes que obtiverem a classificação final mínima de 10 valores. Sempre que a avaliação de uma unidade curricular compreenda mais do que um elemento de avaliação, a nota final é calculada a partir das classificações obtidas em cada elemento de avaliação, através de uma fórmula tornada pública na ficha de unidade curricular, nos termos do nº 2 do artigo 7.º do RPUC.
Requisitos para Obtenção da Qualificação

Defesa pública de uma dissertação

Plano de Estudos
Tronco comum
Áreas de especialização
Avisos de Abertura
Acreditações
- A3ES
Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior
Período(s)
  • 2014-11-24 a 2020-11-23
R/A-Ef 1586/2011 - DGES
Direcção Geral de Ensino Superior
Período(s)
  • 2011-03-18